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E os LACTENTES com MÁ FORMAÇÕES ?

Por: Dra. Fernanda Vogel Molina

 

A NECESSIDADE DA  AMAMENTAÇÃO PARA LACTENTES  ESPECIAIS

 

                      Todos os casais estão sujeitos a gerar uma criança portadora de síndromes ou anomalias, possuindo alguma alteração genética ocasionada pelo comprometimento dos estímulos genotípicos, como por exemplo, Síndrome de Down, Paralisia Cerebral, etc.

Alguns têm maior propensão, como os casais que são parentes próximos, ou os que têm histórico de deficientes mentais na família e as mulheres com idade superior aos 35 anos.

Nesses casos, deverão ser verificadas as possibilidades de gerar uma criança com problemas através de mapeamento genético, feito com médico geneticista, para favorecer a concepção de um bebê perfeito. Sabemos que após o nascimento ainda não é possível intervir nos estímulos genotípicos. Esperamos que a engenharia genética consiga superar esse limite num futuro breve, pois acreditamos que todos os limites são provisórios.

Contudo, sabendo que o desenvolvimento do bebê não se baseia apenas nas características genéticas herdadas dos pais, mas que também depende das influências do meio ambiente em que vive, mesmo que o DNA esteja comprometido, ainda temos a amamentação, que pode nos ajudar a conseguir um melhor desenvolvimento para o bebê, mais preparado para enfrentar as dificuldades que a genética lhe impôs.

Muitas síndromes somente são descobertas alguns meses, ou anos, após o nascimento do bebê. Sem saber, podemos estar oferecendo, ou negando, à esse bebê a única fonte de estímulo favorável às respostas de desenvolvimento dele para toda a sua vida.

Respeitando a individualidade e as dificuldades congênitas do bebê, com orientação adequada, paciência, determinação e dedicação, o bebê especial poderá ser amamentado tão bem quanto um bebê normal, salvo raríssimas exceções.

É indiscutível a necessidade de amamentá-los.

Os bebês, especiais ou não, apresentam características individuais de comportamento. É preciso conhecê-las para identificar quais são as atitudes do bebê que por acaso possam estar atrapalhando a amamentação. Assim, pode-se tentar uma nova maneira, uma que seja mais fácil para ele receber os mesmos estímulos adequados.

Algumas manobras ajudam o bebê a abocanhar bem o mamilo/aréola, nutrindo-o e saciando seu apetite, sua carência afetiva e trabalhando seus músculos corretamente.

O fundamental é que não lhes seja roubado o peito materno.

 

dra.fvm-rno@bol.com.br

Reabilitação Neuro Oclusal e Ortopedia Funcional dos Maxilares
 


Última atualização: 9/2/2011

 

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